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Vinte e Seis: A Glória da Liberdade 2 by Vinicius

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Vinte e Seis: A Glória da Liberdade 2 by Vinicius - Alternativa Melancólica E Inspiradora,Masculino Vo music cover art

Vinte e Seis: A Glória da Liberdade 2

Alternativa Melancólica E Inspiradora,Masculino Vo

0:003:10
Lyrics
Description
[Intro]
[Batida mecânica pesada, como o som de uma fábrica. Um sintetizador sombrio sobe de tom progressivamente.]
[Verso 1]
Estamos em vinte e seis, e o ar ainda cheira a queimado
Lembro de como você começou, me deixando enclausurado.
"Essa roupa é de puta", você disse rasgando o meu linho
Me proibiu de ver os meus, me deixou sozinho.
A primeira vez que sua mão encontrou minha mandíbula
Eu senti o estalo, a dor virando uma película.
Você se excitava com o meu medo, com o meu rosto no chão
Me chamando de "seu", enquanto apertava minha garganta com a mão.
[Verso 2]
Eu aguentei o soco no estômago, o chute na costela
Vivi meses de joelhos, vendo a vida pela janela.
Mas o silêncio me deu tempo, e eu comecei a ler
Elisa Matsunaga... ela sabia o que fazer.
A última noite foi o ápice, o seu rito de crueldade
Você veio pra cima com o ódio, sem pingo de piedade.
Sua mão no meu pescoço, o ar fugindo de mim
Mas eu já tinha o plano, eu já tinha o seu fim.
[Refrão]
[Explosão de batida eletrônica, baixo distorcido e sensual]
Eu abri você como um segredo que eu não podia guardar
O sangue é quente, é doce, e me faz querer dançar.
Mãe, eu confesso: eu vi a vida dele escorrer entre os meus dedos
E agora eu durmo sem luz, eu matei todos os meus medos.
Me chamem de vilão, coloquem meu nome no lixo da história
Eu sou o monstro que sobreviveu, e essa é a minha glória.
É pra maiores de dezoito verem o que o abuso criou
Eu faria de novo! O inferno foi onde ele ficou.
[Ponte]
[Ritmo desacelera, som de respiração ofegante e sintetizadores espaciais]
O metal da faca estava frio, mas meu corpo estava em brasa
Eu desmontei o homem que fez de mim um prisioneiro em casa.
Corte por corte, peça por peça, como ela ensinou
A justiça é lenta demais, então minha mão o parou.
Você queria me dominar? Agora você é pó e memória
Eu sou o carrasco sensual dessa maldita trajetória.
[Verso Final]
Meses de julgamento, a mídia diz que sou o demônio
Mas ninguém conta as marcas roxas que eram meu patrimônio.
Não sinto humilhação, sinto o prazer da pele limpa
O vilão aqui está livre, enquanto sua cova o tinta.
Se você tocar em mim, se tentar me calar de novo...
Lembre-se que eu aprendi a transformar carne em fogo.
[Outro]
[Vocal masculino sussurrado e profundo]
Vinte e seis... o ano da minha independência.
Eu não sou uma vítima.
Eu sou o fim da sua paciência.
Eu sou livre... pra caralho.
E eu faria tudo... exatamente igual.
[A batida para de repente, sobrando apenas um zumbido eletrônico]