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Vento da Ira (Sanemi Shinazugawa) 2 by ☆♡Camiz♡☆

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Vento da Ira (Sanemi Shinazugawa) 2 by ☆♡Camiz♡☆ - Metalcore music cover art

Vento da Ira (Sanemi Shinazugawa) 2

Metalcore

0:003:01
Lyrics
Description
Lâminas uivam, cortes no ar, o vento chama o meu nome,
Cicatrizes riscam a pele — mapa de um inferno que some.
Respiração do vento, pressão que arranca a razão,
Sanemi mira o horizonte, raiva solidificada em mão.
Sente o ar apertar — uma lâmina sussurra verdade,
Não é só ódio, é juízo: queime a mentira, lave a cidade.
A respiração acelera, o peito um tambor quebrado,
Tudo que perdi volta em fúria, frio e calibrado.
Foda-se tudo, foda-se tudo — (repete como cântico)
Foda-se tudo, foda-se tudo — (curto, cortante)
Eu sou o vento que te corta. Cuidado quando eu rugir!
Memória de casa em chamas — cheiro de madeira e adeus,
Vozes apagadas na noite, promessas enterradas ao léu.
Marcas no rosto, em cada fio de cabelo a culpa aperta,
Eu aprendi com as cinzas: a dor afia a espada certa.
O ar traz nomes que não esquecem, rostos riscados a ferro,
A lâmina responde com justiça — sem alívio, sem enterro.
Não mais súplicas, só o sopro que limpa o chão,
Cada corte uma sentença — vento que não pede perdão.
Foda-se tudo, foda-se tudo — (repete como cântico)
Foda-se tudo, foda-se tudo — (impacto rítmico)
Eu sou o vento que te corta. Cuidado quando eu rugir!
Há noites que o vento traz um riso que eu não dei,
Um pedaço de infância presa na garganta, eu sei.
Choro fingido, mão trêmula que segura a lâmina fria,
Por trás do ódio há um homem que ainda escuta a agonia.
Porra, carrego esse mundo nas costas como ferro em brasa!
Merda, cada lembrança é uma lâmina que nunca se desfaz!
O vento golpeia, minha voz rasga o tecido do céu!
Eu urro pra lua, urro pro demônio — queimei o véu!
Foda-se tudo, foda-se tudo — (coro repetido, cresce)!
Foda-se tudo, foda-se tudo — (um último soco)!
Eu sou o vento que te corta. Cuidado quando eu rugir!
As cicatrizes brilham como mapas de guerra antiga,
Respiração do vento, alma dura que não se mendiga.
Sanemi sorri com os dentes, amargo como fel,
O vento leva as palavras ruins — e deixa o meu céu de papel.
Foda-se.
Foda-se.
Foda-se tudo — e o vento nunca esquece quem foi cruel.