Create New Playlist

Add a cover pic of your own choice

(Optional)

Name

AI Cover Generator

4 credits

Not enough credits (0/4).

Logout

Are you sure you want to Logout?

Close

Sangue e Aço — Respiração de Família 2 by Kenai

SongGPT
Sangue e Aço — Respiração de Família 2 by Kenai - Rap,Voz Masculina Vocals music cover art

Sangue e Aço — Respiração de Família 2

Rap,Voz Masculina Vocals

0:003:26
Lyrics
Description
[Verso 1]
Tatame range, passos curtos, kiai corta o ar — pai manda a lição,
Lâmina Nichirin risca a lua, reflexo de um passado em combustão.
Cheiro de óleo, suor e corda, líder do dojo com cicatriz em X,
Um golpe ensinado cedo, memória estampada no peito e na flex.
Ele bate palma, ritmo do treino: dois, três — o mundo aprende a ficar em pé,
Eco de passos, couro contra madeira, a honra costurada no pé do pé.
No canto da sala uma foto amassada, o olhar de quem segurava o tom,
Pai que ensinou disciplina, mas também o preço de seguir no som.
[Refrão]
Sangue e aço, fé que não se vai,
Família na linha — nem oni nos trai.
[Verso 2]
Ela veio da névoa, respiração antiga, dedos que cortam o vento,
Ex-Hashira, respiração da Névoa, assinatura em cada movimento.
Cicatriz como pétala, silêncio que vira lâmina, respiração que desenha o ar,
Sussurros de combate, vento que modela, ensinou o filho a se ancorar.
O som do seu suspiro vira técnica — névoa que disfarça, névoa que dá voz,
Quando ela mistura paz e punho, o inimigo perde até o nome, ficou atroz.
No celeiro, velhas faixas penduradas, odor de chá e aço temperado,
Mãe que foi pedra e perfume, deixando no filho um compasso marcado.
[Refrão]
Sangue e aço, fé que não se vai,
Família na linha — nem oni nos trai.
[Verso 3]
Chifres nascem na madrugada, olhos rubros, veias em mapa de carvão,
Oni com fome de eras, gosto de ferro, memória de quando era mão.
Escamas como tatuagem, rosnado que treme quando a lua empalidece,
Mas a língua lembra arroz da casa, a voz do pai no dojo que não desaparece.
Ele cheira sangue — impulso antigo — a besta ruge: devora ou pega a mão?
Vislumbra a imagem da mãe em névoa, a técnica que ensinou a frear a ação.
No beco um aldeão caído, vida escorrendo como tinta no pano branco,
O Oni levanta, respira fundo, lembra do kiai, lembra do branco.
Pulso batendo cadenciado, memórias em loop: tatame, chá, risada — escolha ali,
O monstro aperta o punho, engole a fome, aprendendo a ser humano até o fim.
[Especial — Monólogo do Filho]
Olha nos meus olhos — eu não sou só fera, sou o mapa de dois mundos colados,
Tenho chifre e tenho lei, tenho fome e também os passos do passado.
Posso quebrar o céu com um rugido, rasgar a noite por prazer — mas eu escolho ficar,
Escolho a mesa, a voz, a marca do pai, a névoa da mãe, junto a vocês vou respirar.
(Refrão final — selo)
Sangue e aço, fé que não se vai,
Família na linha — nem oni nos trai.