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O Feiticeiro que Veio de Baixo 2 by Sujeito

SongGPT
O Feiticeiro que Veio de Baixo 2 by Sujeito - Trap Rock,Masculino Vocals music cover art

O Feiticeiro que Veio de Baixo 2

Trap Rock,Masculino Vocals

0:003:36
Lyrics
Description
[Intro — sussurrado sobre 808 suave]
Yeah...
Itadori... o nome que eu grito no vão
Do porão da cidade até a beira do chão
(Punho que acende a cidade)
[Verso 1]
Corredor de hospital, luz branca que vacila,
Mãos que tremem, pulseira prendendo uma vida.
Na sala da escola eu vi medo virar silêncio,
No beco, uma sombra engoliu o céu, eu senti o peso.
Meu avô abriu os dedos, olhou a lua pela janela,
Sussurrou: "Ajuda os outros", enquanto a luz dele caía — aquela cena sela.
Não vim com linhagem, vim com fome de verdade,
Coração bate forte, peito fechado, vontade é tempestade.
[Pré-Refrão — ritmo travado, triplet feel no final]
Diziam que eu ia quebrar, que eu ia sumir,
Mas eu guardo promessas, eu não deixo cair.
Sou punho, sou sombra, sou ponte e sou brasa,
Vou acender o asfalto — essa chama não passa.
[Refrão — gancho curto e repetível; imagem fixa]
Punho que acende a cidade — (acende a cidade)
Punho que acende a cidade — (acende, acende)
Do chão eu vim, não peço clemência,
Punho que acende a cidade — minha sentença.
[Verso 2 — cadência mais rápida, internal rhymes]
Vi Nobara cair — vidro estourou na rua,
Vi Megumi sumir — noite fez-se lua crua.
Sukuna sorrindo na margem da minha alma,
Rei nas minhas trevas, mas eu seguro a calma.
Treino suado no ginásio, sangue no lençol,
Triplo soco, coração em volta do sol.
Uma promessa curta no fundo do meu peito:
Se salvar alguém custa tudo, então eu pago o jeito.
[Pré-Refrão — pequena variação para subir]
Eles escreveram meu fim antes do meu ato,
Mas eu escrevo vidas, reescrevo o exato.
Sou ponte, sou choque, sou voz que não cala,
Vou riscar o céu com o punho — até que ele se instala.
[Refrão — repetir, acrescentar harmonia na 2ª repetição]
Punho que acende a cidade — (acende a cidade)
Punho que acende a cidade — (acende, acende)
Do chão eu vim, não peço clemência,
Punho que acende a cidade — minha sentença.
[Ponte — produção: strip the beat, voz limpa e próxima]
[Instrumentação reduzida: clean guitar, leve piano, respirações]
Meu avô na cadeira, estreitando a mão —
"Ajuda os outros" — eco que virou chão.
Imagem: ele apontou pra rua, uma criança correndo,
Eu prometi, calejado, que jamais estaria rendendo.
[Bridge — construção dramática: 4 linhas melódicas, rumo ao clímax]
[Começa sussurro, cresce em melodia; depois explode]
Se eu cair, que seja por quem precisa arder,
Se eu me perder, que acham em mim motivo pra viver.
(Pausa — silêncio de 1 compasso)
[Explode com guitarras distorcidas + 808 retornando]
[Refrão — explosão total: guitarras + 808, harmonia sustentada]
Punho que acende a cidade — (acende a cidade)
Punho que acende a cidade — (acende, acende)
Do chão eu vim, não peço clemência,
Punho que acende a cidade — minha sentença.
[Outro — meio sussurro, meio grito, fade out com guitarras]
Itadori Yuji — o feiticeiro que veio de baixo,
Punho que acende a cidade — e eu ainda não acabei.
(E ainda não acabei... acende...)