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Jó: Das Cinzas, Nasce o Louvor 2 by Fabio

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Jó: Das Cinzas, Nasce o Louvor 2 by Fabio - Música De Amor,Neutral Vocals music cover art

Jó: Das Cinzas, Nasce o Louvor 2

Música De Amor,Neutral Vocals

0:003:30
Lyrics
Description
(Intro)
No alvorecer a voz se acende — uma só, crua e clara,
Grava cada palavra: é a história que avança e não para.
(Verso 1 — Prosperidade)
Terra fértil, casa cheia, mesas longas ao luar,
Rebanhos que se movem como mar, filhos a correr no jantar.
Jó abre a porta, mão calejada, rosto feito de paz,
Bênçãos no celeiro, olhos cheios — tudo parecia capaz.
(Pré-Refrão)
Mas o vento trouxe mensageiros com a sombra de um punhal,
Notícias que cortam noite e lareira, silêncio letal.
O chão tremeu, o riso cedeu, o céu fechou seu véu,
E a fé, pequena chama, ficou só com o seu réu.
(Refrão — Hook)
Das cinzas, nasce o louvor —
(4x repetir o hook como pegada)
(Verso 2 — Catástrofe / Luto)
“Fogo no campo”, disseram; “os servos, já não voltam mais.”
Quatro ventos levaram a calma, deixaram só os ais.
A pele ardeu, as dores vieram como chuva e sabão,
Jó se assenta sobre cinza, rasga o manto, fala ao chão.
(Pré-Refrão 2)
Chegaram amigos com olhos duros, frases de acusar,
“Pecaste”, disseram — punhalam onde só resta o olhar.
Palavras pesadas, julgamentos que queimam sem dó,
Mas o peito guarda uma frase, semente contra o pó.
(Ponte — Lamento / Afirmação)
“Por que, Senhor, permites a noite assim?” — voz que geme e vive.
Mãos que procuram chão, e no silêncio uma certeza revive:
Eu sei que o meu Redentor vive —
(Eco: Eu sei que o meu Redentor vive)
(Refrão — Força)
Das cinzas, nasce o louvor —
Das cinzas, nasce o louvor —
No pó eu ergo um grito e louvo o Senhor.
(Bridge — Restauração)
O tempo vira roda: renasce o campo, dobra a sorte,
Filhos voltam ao redor da mesa, risos que curam a morte.
A memória das noites não some, mas a graça reencontra o chão,
E a voz que foi pó agora celebra com plena canção.
(Refrão — Final, Variação de Testemunho)
Das cinzas, nasce o louvor —
Das cinzas, nasce o louvor —
Agora meu canto é prova e altar, e eu sou calor.
(Eu sei que o meu Redentor vive — repete como testemunho final)
(Outro)
Sentado no alvorecer, Jó levanta a voz e canta, simples e forte,
Não por orgulho, mas por fé que passou a morada e a morte.
Das cinzas, nasce o louvor — uma chave que não se ausenta,
A voz gravada agora faz da dor matéria que sustenta.