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Jó: Das Cinzas, Nasce o Louvor 2 by Fabio

SongGPT
Jó: Das Cinzas, Nasce o Louvor 2 by Fabio - Música De Amor,Neutral (Any Voice) Vocals music cover art

Jó: Das Cinzas, Nasce o Louvor 2

Música De Amor,Neutral (Any Voice) Vocals

0:003:28
Lyrics
Description
(Verso 1)
Era terra fértil, mesa posta ao luar,
Rebanhos que pisavam o chão sem pesar.
Filhos riam alto, a casa cheia de pão,
Jó caminhava como dono do verão.
Mãos de trabalho, olhos de paz, coração inteiro,
A vida era verde — sol, promessa e celeiro.
(Pré-Refrão)
Mas veio um vento que não se anuncia,
Uma sombra que rasgou o céu do dia.
Tudo caiu — silêncio no terreiro,
Só a fé ficou, gravada no peito inteiro.
(Refrão)
Das cinzas, nasce o louvor;
No meio da noite, eu canto ao Senhor.
Mesmo em pó e com as mãos feridas,
Há um amor que não se afasta da vida.
Das cinzas, nasce o louvor —
Do luto, brota um novo clamor.
(Verso 2)
Vieram mensageiros com a carne do susto:
Gado queimado, servos mortos, vento brusco.
A casa tremeu, e os risos se calaram,
Um teto despedaçado — os filhos se foram.
Depois, a pele queima, feridas como chuva,
Jó rasga o chão, senta-se entre cinza e nuvem crua.
(Pré-Refrão 2)
Amigos na porta, olhos como julgamento,
“Pecaste” dizem, escrevem dor no pensamento.
Palavras que cortam mais do que a febre,
Mas o peito responde com um fio de fé que não se perde.
(Ponte — Lamento / Diálogo)
“Por que tudo isso, por que a mão que teve tanto?”
Grita a alma, língua seca, pó no manto.
Mãos escoriadas prendem um único clamor:
“Eu sei que o meu Redentor vive” — ecoo em meu ardor.
(ecoando) Eu sei que o meu Redentor vive... (breve pausa)
(Refrão — versão forte)
Das cinzas, nasce o louvor;
No meio da noite, eu canto ao Senhor.
Mesmo com a pele marcada e o rosto fechado,
Há um amor divino que me guarda no prado.
Das cinzas, nasce o louvor —
E a esperança volta maior.
(Bridge — Restauração)
Deus virou a roda: dobrou minhas posses,
Novos filhos, novas mesas, risos como rosas.
Não apaga a memória das noites no pó,
Mas a fidelidade veio e me curou.
(Refrão — final, testemunho)
Das cinzas, nasce o louvor;
Do silêncio, brota um hino de amor.
Das marcas nas mãos às manhãs renovadas,
Canto a fidelidade — histórias seladas.
Das cinzas, nasce o louvor —
E eu sou prova viva do seu calor.
(Outro)
Sentado no alvorecer, Jó levanta a voz,
Não por orgulho, mas pelo amor que nos faz.
“Eu sei que o meu Redentor vive” — está escrito no olhar,
Das cinzas, nasceu um louvor que nunca vai calar.