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Entre Cinzas e Dor 2 by Judilson

SongGPT
Entre Cinzas e Dor 2 by Judilson - Alternative Rock,Masculine (Raspy) Vocals music cover art

Entre Cinzas e Dor 2

Alternative Rock,Masculine (Raspy) Vocals

0:003:49
Lyrics
Description
(Intro – voz baixa, lenta)
Eu tentei ser bom…
Mas ninguém viu.
Agora o escuro é tudo que restou de mim.
---
(Verso 1)
Fui traído por quem jurei salvar —
a mão que estendi virou lâmina fria.
Os sonhos viraram cinza entre meus dedos,
o teu riso me deu as costas em plena luz do dia.
As lágrimas secaram, queimaram no peito,
e o que sobrou de mim já não tem jeito.
Gritei por socorro, mas o mundo calou;
o vilão que dormia… enfim acordou.
---
(Pré-refrão)
Dizem que o mal é escolha,
mas ninguém leu minhas noites em vigília.
Eu só quis paz — a paz me abriu os cortes,
a dor me vestiu, me tomou a família.
---
(Refrão)
Entre cinzas e dor, eu renasci,
Da destruição —
que vocês deixaram em mim.
Chamam de mal o que é só solidão;
um coração partido, preso na escuridão.
Se o amor mata, que morra o amor,
Deixem o vilão sentir o seu próprio ardor.
Não quero perdão, nem indulgência a dar —
Quero enterrar a minha versão, deixar ela apagar.
---
(Verso 2)
Cada promessa tombou como vidro na minha língua;
o anel que te dei agora pesa como chumbo na mão.
Lembro do teu olhar quando jurei te proteger —
agora é só mapa que aponta pro meu verão em vão.
Cada abraço falso foi fósforo em pele curta,
Cada sorriso teu, uma cidade que me incendiou.
Sofri o silêncio que tua ausência trouxe como culpa,
Mas foi no naufrágio que o meu ódio aprendeu a falar.
---
(Pré-refrão)
Dizem que o mal é escolha,
mas ninguém leu minhas noites em vigília.
Eu só quis paz — a paz me abriu os cortes,
a dor me vestiu, me tomou a família.
---
(Refrão)
Entre cinzas e dor, eu me levantei,
Da ruína —
que vocês plantaram em mim.
Vocês chamam de mal o que é só abandono;
um coração brando, agora feito pedra e espanto.
Se o amor mata, então deixe o amor morrer,
Que o vilão aprenda a sentir o que é sofrer.
Não peço salvação, nem clemência, nem razão —
Quero enterrar pra sempre a minha antiga versão.
---
(Ponte)
Não sou só o monstro que pintam por aí —
sou a canção de ninar que ensinei ao teu filho na cozinha;
um lenço queimado, uma cicatriz que carreguei do lado esquerdo,
um bilhete que dobrei e deixei na gaveta, com a tua assinatura que já não me pertence.
No silêncio da memória, vejo a tua traição em detalhes:
a tua risada no telefone enquanto eu mendigava um gesto;
o teu abraço que fechou como porta, deixando meu peito à mercê do resto.
---
(Refrão Final — escalando)
Entre cinzas e dor, eu me ergui,
De cinzas frias —
do que vocês fizeram de mim.
Chamam de mal o que nasceu de abandono;
um corpo que insiste em bater no escuro do meu sono.
Se o amor mata, que ele apodreça sem perdão,
Deixem o vilão sentir sua própria combustão.
Não busco redenção, nem promessas de salvação —
Quero enterrar a minha versão e arrancar sua invenção.
(Echo/Adição) — eu grito pra quem me feriu:
Vê o quanto quebrei — vê o que restou de mim.
---
(Outro – voz baixa, quase um sussurro)
Eu tentei ser bom…
Mas ninguém viu.
Agora o escuro é tudo q