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Crime Vai, Crime Vem by Isaque

SongGPT
Crime Vai, Crime Vem by Isaque - Racionais music cover art

Crime Vai, Crime Vem

Racionais

0:003:44
Lyrics
Description
Crime vai, crime vem — rotina em rotação Passo firme, mente tensa, mesma direção
Marvel do meu lado, foco sempre no chão Rua não fala, só observação
Palhaçitos chega leve, quase invisível Riso solto, corpo calmo, tudo plausível
Nada explode, nada grita É assim que a armadilha se camufla na fita
Crime vai, crime vem — repetição diária O raro vira hábito, a calma vira falha
Quem acha que controla perde visão Controle aqui é só sensação
Marvel ri alto, sempre fora de hora Não é festa — é alívio que aflora
Quando a mente aperta e não dá pra falar O riso sai antes do corpo travar
Crime vai, crime vem — a rua registra Cada excesso fica, nada evapora
O que parece pequeno cresce em silêncio Normalizar primeiro o erro intenso
Palhaçitos acompanha todo o trajeto Não empurra, não força
Só fica por perto quando você nota Já virou padrão, já ocupa espaço na decisão
Crime vai, crime vem — mente dividida Entre seguir no fluxo ou mudar a vida
Não é sermão, é constatação A rua é ensina pela repetição
Marvel sabe, eu sei também Que a linha é fina entre ir e vir
Pentre, relaxar e perder a mão Entre triscole e repetição
Crime vai, crime vem — sem dramatizar Não precisa cair pra poder enxergar
Quem aprende cedo economiza dor Quem insiste demais testa o cobrador
Palhaçitos não é solução É pausa falsa pra pressão
O problema espera você voltar Do mesmo ponto pra continuar
Crime vai, crime vem — avisa o passado Não existe excesso que saia ileso
Enquanto o passo ainda é seu Ainda dá tempo de sair do que prendeu
Crime vai, crime vem — alguns escutam Outro corpo em pena, esse também
Segue igual até perder o além Aqui não tem final fechado
Tem escolha em andamento Quem entende o movimento, não confunde
Calma, com controle momentâneo Crime vai, palhacitos vem
A rua observa, decide quem Aprende também
E a adaptação no estilo racionais Arranja o sério, sombria
Com cortes e marcações de mudança
Crime vai, crime vem — repete, ecoa A rua observa, o peito aperta e não perdoa
Passo firmemente, tensa, a mesma direção As calçadas contam história escrita na contramão
Marvel ao lado, olho no chão, face sem expressão A cidade registra, passo memória em compressão
Palhacito sorri leve, disfarça a tensão Riso que tapa o buraco, que mascara a aflição
Nada explode, tudo acumulado na pressão É assim que a armadilha vira rotina, prisão
Crime vai, crime vem — estira a mesma canção O raro vira hábito, a calma é ilusão
Crime vai, crime vem — a rua não perdoa, irmã Quem confunde, pausa, com controle, perde a mão
A rua registra, cada excesso, nada evapora Pequeno cresce em silêncio, a queda se prepara
Palhacito segue por perto, sombra que não implora Quando nota, já é padrão, já determina
A hora Marvel, fora de quadro, riso que desconcerta Não é festa, é alívio, curto antes da próxima oferta
Quem aprende cedo escapa, quem não?