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Canto do Violeiro Errante 2 by Marcos

SongGPT
Canto do Violeiro Errante 2 by Marcos - folk,male vocals music cover art

Canto do Violeiro Errante 2

folk,male vocals

0:003:05
Lyrics
Description
(Intro - speaking softly with a rustic, weathered timbre)
No sertão profundo, onde o tempo é segredo e o vento sussurra histórias antigas...
(Verso 1)
Nas veredas tortas do meu chão de barro,
Onde o sol queima a pele e a alma arde,
Eu sigo o canto do vento que embaraço,
Com voz rouca, rasgada, que o peito guarde.
(Refrão)
Canto do violeiro errante, na seca e na chuva,
Sussurros de mato, poeira e lua,
Entre as pedras e o silêncio, a voz se espraia,
Zé Ramalho no peito, a vida não desmaia.
(Verso 2)
No céu de cobre, a estrela se esconde,
O boiadeiro chora, a noite responde.
Metáforas tecidas em cordel de fogo,
Na voz que embala o sonho e o jogo.
(Ponte - ritmo irregular, como um solilóquio)
E a alma se quebra, se junta e se perde,
Entre acordes tortos, na estrada que arde.
O lamento é flor, é espinho, é mar,
Na voz que não sabe, mas insiste em cantar.
(Refrão)
Canto do violeiro errante, na seca e na chuva,
Sussurros de mato, poeira e lua,
Entre as pedras e o silêncio, a voz se espraia,
Zé Ramalho no peito, a vida não desmaia.
(Outro - diminuindo, quase um sussurro)
No eco da caatinga, na sombra do juazeiro,
Fica o canto, fica o tempo, do violeiro...