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Aioros — O Arqueiro que Desafiou os Céus by Imperadora_Temas2.0

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Aioros — O Arqueiro que Desafiou os Céus by Imperadora_Temas2.0 - Épico, Cinematográfico, Mitológico, Trágico music cover art

Aioros — O Arqueiro que Desafiou os Céus

Épico, Cinematográfico, Mitológico, Trágico

0:005:28
Lyrics
Description
Aioros o arqueiro que desafiou os céus, O prólogo a semente de luz nos campos dourados a infância repousa.
O menino corria atrás do vento, Aioros nome pequeno entre oliveiras antigas, Mas grande o bastante para conversar com estrelas. Menino nos campos sonhava com o céu onde constelações dançavam em véu, Coração puro, alma de leão, mal sabia ele da cruel traição.
E quando a noite o chamava, ele levantava os olhos para Sagitário, E dizia baixinho como um segredo, †Quando eu crescer, eu vou proteger o mundo.
Aioros o arqueiro que desafiou os céus, O prólogo a semente de luz nos campos dourados a infância repousa.
Naquele momento, os deuses já sabiam que teriam medo dele, Gibô primeiro movimento, juramento dourado, Agora homem diante do arco celeste.
Aioros sente o peso da eternidade sobre as mãos, O metal pulsa quente como sangue, Frio como responsabilidade.
Sou apenas o mortal, ele pensa, Enquanto toca a arma feita de estrelas, Mas Sagitário sopra em seu coração, Heróis não são escolhidos, eles se escolhem.
E o juramento nasce não com palavras, Mas com o silêncio que só existe quando um destino se encaixa no peito.
Ele promete proteger os fracos, Desafiar a tirania e se necessário, Lutar contra o próprio céu.
Esse é o dia em que o herói acende, E começa a cair.
Estilo do segundo movimento, a conspiração dos homens sagrados, Nas profundezas do templo, Onde a luz não entra e a fé apodrece, Sacerdotes de túnicas negras sussurram.
Esses homens não servem aos deuses, servem ao poder, Aioros ameaça os segredos, Aioros enxerga demais, Aioros não se curva.
Profetas tortos de olhos turbos inventam sinais nas cinzas, Ele trará ruína, ele é o lobo profano.
E o povo quebrado por medo acredita os nobres cegos por orgulho, Aceitam, os deuses silenciam.
A mentira se torna decreto e o decreto se torna sentença.
Azek em terceiro movimento, a fuga pelas montanhas de bronze, Aioros corre, não pelo corpo, mas pela alma que ainda deseja viver.
As montanhas de bronze brilham ameaçadoras, Picos afiados como lanças dos titãs, Valis onde a névoa sussurra segredos de mortos.
Atrás dele o som de sandálias e aço, Irmãos de armas, homens que treinam, homens que amam, Por que vocês não veem a verdade?
Aioros grita, mas o eco devolve traidor.
Uma flecha rasga sua pele, outra atravessa seu ombro, A dor é intensa, mas a solidão é pior.
Mesmo assim, eu continuo e ele continua.
Eco quarto movimento, último confronto, No topo da colina onde o amanhecer se quebra,
Os perseguidores o cercam, rostos frios, Respiração pesada, chuva cai misturando seu sangue em seu peito.
Aioros ergue o arco tremendo, mas seus olhos, seus olhos estão calmos, Olhos de quem já viu o fim, ainda escolheu lutar.
Escuta em mim, ele diz, a voz é fraca, mas o mundo silencia.
Eu nunca traí vocês, eu traí apenas o destino injusto que tentaram me por.
Silêncio, corações hesitam, a culpa respira no ar.
Então Aioros aponta a flecha para o céu, Não para matar, mas para declarar sua verdade.
E sussurra-se as.