[Intro]
Desperta, nobre terra à beira-mar plantada…
Ouve o eco do tempo…
Aqui nasceu quem deu o mundo ao mundo.
Agora querem tirar-nos o que é nosso?
Nem pensar.
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[Verso 1]
Acorda, Portugal, levanta sem medo,
Que andamos a dormir, mas já cheira a degredo.
Fomos mestres do mar, agora somos quê?
Um povo calado a ver tudo a arder?
Descobrimos meio mundo, deixámos legado,
Agora vêm cá de chinelo rasgado,
Falar do país como se fosse quintal?
Aqui não é Guiana, aqui é Portugal!
“Sem chinelo do Bóstil” — respeita esta casa,
Traz cultura? Óptimo. Mas não se atrasa.
Querem mudar tudo, hahahah, impor o que é deles,
Mas esquecem que aqui temos raízes, castelos!
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[Refrão]
Aqui não é Américas nem Ásias no jornal,
aqui é terra antiga, chama imortal.
Descobridores do mundo, com sangue real,
Queres respeito? Aprende o nome: PORTUGAL!
Queres mudar quem somos? Pensa bem, rapaz…
a alma portuguesa não se vende e nem se rende por paz.
“PARA O MÓNHÉ”
Se não gostas da carne de porco? Vai, bye bye.
Nos é que sabemos o que comemos..
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[Verso 2]
Carregamos na alma epopeias de bravos,
Cruzámos o mundo em naus, não em escravos.
Viemos de lutas, de lágrimas e glória,
Escrevemos no tempo a nossa história.
E agora vêm uns “Á BÍ BÍS” a crer dar lição?
Mas não sabem a dor que moldou esta nação.
Comemos carne de porco, é a nossa tradição,
Se te ofende, apanha o avião … muda de estação.
Ninguém nos cala, ninguém nos domestica,
Nem com leis absurdas, nem moral de boutique.
Querem tudo nosso, mas sem dar valor,
Era só o que faltava: roubar o sabor!
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[Refrão]
Aqui não é Américas nem Ásias no jornal,
aqui é terra antiga, chama imortal.
Descobridores do mundo, com sangue real,
Queres respeito? Aprende o nome: PORTUGAL!
Queres mudar quem somos? Pensa bem, rapaz…
a alma portuguesa não se vende nem se rende por paz.
“PARA O MÓNHÉ”
Se não gostas da carne de porco? Vai, bye bye.
nos é que sabemos o que comemos..!
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[Ponte]
Somos filhos da tempestade, netos de reis,
crescemos com fado, com dores, com leis.
mMas nunca de joelhos, nunca sem chão,
Portugal não é servente, é nação.
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[Verso final]
não negamos o novo, mas honramos o passado,
e quem cá vive, vive lado a lado.
mAs com respeito! É o mínimo exigido.
a nossa cultura não é lixo esquecido.
lutamos com alma, com dignidade,
gueremos paz, mas não a falsidade.
de Norte a Sul, do mar ao olhar,
Portugal está vivo — vamos acordar!
s⸻
[Refrão final ]
aqui não é Américas nem Ásias no jornal,
aqui é terra antiga, chama imortal.
descobridores do mundo, com sangue real,
l quieres respeito? aprende o nome: PORTUGAL!