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Acorda, Portugal! 1 by Ai

SongGPT
Acorda, Portugal! 1 by Ai - trap music cover art

Acorda, Portugal! 1

trap

0:003:36
Lyrics
Description
[Intro – voz grave, quase declamada]
Desperta, nobre terra à beira-mar plantada…
Ouve o eco do tempo…
Aqui nasceu quem deu o mundo ao mundo.
Agora querem tirar-nos o que é nosso?
Nem pensar.
⸻
[Verso 1 – entrada com força, rap motivador]
Acorda, Portugal, levanta sem medo,
Que andamos a dormir, mas já cheira a degredo.
Fomos mestres do mar, agora somos quê?
Um povo calado a ver tudo a arder?
Descobrimos meio mundo, deixámos legado,
Agora vêm cá de chinelo rasgado,
Falar do país como se fosse quintal?
Aqui não é Guiana, aqui é Portugal!
“Sem chinelo do Bostil” — respeita esta casa,
Traz cultura? Óptimo. Mas não te atrasa.
Querem mudar tudo, impor o que é deles,
Mas esquecem que aqui temos raízes, castelos!
⸻
[Refrão – voz em coro, com alma]
Aqui não é Américas nem Ásias no jornal,
Aqui é terra antiga, chama imortal.
Descobridores do mundo, com sangue real,
Queres respeito? Aprende o nome: PORTUGAL!
Queres mudar quem somos? Pensa bem, rapaz…
A alma portuguesa não se vende por paz.
Se não gostas da carne? Vai, bye bye.
Mas não nos digas o que é certo ou que cai!
⸻
[Verso 2 – mais poético, com indignação controlada]
Carregamos na alma epopeias de bravos,
Cruzámos o mundo em naus, não em escravos.
Viemos de lutas, de lágrimas e glória,
Escrevemos no tempo a nossa história.
E agora vêm uns “abibis” dar lição?
Mas não sabem a dor que moldou esta nação.
Comemos carne de porco, é a nossa tradição,
Se te ofende, irmão… muda de estação.
Ninguém nos cala, ninguém nos domestica,
Nem com leis absurdas, nem moral de boutique.
Querem tudo nosso, mas sem dar valor,
Era só o que faltava: roubar o sabor!
⸻
[Refrão – repete com mais força]
Aqui não é Américas nem Ásias no jornal,
Aqui é terra antiga, chama imortal.
Descobridores do mundo, com sangue real,
Queres respeito? Aprende o nome: PORTUGAL!
Queres mudar quem somos? Pensa bem, rapaz…
A alma portuguesa não se vende por paz.
Se não gostas da carne? Vai, bye bye.
Mas não nos digas o que é certo ou que cai!
⸻
[Ponte – spoken word com música ambiente épica]
Somos filhos da tempestade, netos de reis,
Crescemos com fado, com dores, com leis.
Mas nunca de joelhos, nunca sem chão,
Portugal não é servente, é nação.
⸻
[Verso final – tom inspirador]
Não negamos o novo, mas honramos o passado,
e quem cá vive, vive lado a lado.
Mas com respeito! É o mínimo exigido.
a nossa cultura não é lixo esquecido.
Lutamos com alma, com dignidade,
Queremos paz, mas não a falsidade.
de Norte a Sul, do mar ao olhar,
Portugal está vivo — vamos acordar!
⸻
[Refrão final – todos juntos, poderoso]
here is antiga, chama imortal.
descobridores do mundo.