Intro:
(Sons de cornetas, o rugido de aço; guitarras crescentes)
No silêncio da ruína, um passo ressoa — a fúria desperta.
Verso 1:
era uma vez a guerra Kratos uma luta sem fim mas eu pedi ajuda o Deus da guerra e fui acorrentado e traído mas agora não eu tenho uma vingança por causa de tudo que ele fez diante de mim e minha família agora eu vou matar todos os deuses tentaram prender a deus do subir muito caiu e também é Hércules e Poseidon os titãs pediram ajuda mas depois me deram as costas de tanto que eu pedi também ajuda derrubei Chronos e outros Titãs vários tipo de forma cabeças eu tirei e joguei para cima para destruir o exército minotauro eu esfaqueei não importa qual lugar eu vou andar com uma esperança que eu ganhei e vou dar para quem merece eles queriam a dor agora eu virei a própria morte de Deus estou limpo e do Ragnarok vamos sentir se entrarem no meu caminho não importa quem seja medusa minotauro o harpias também deus chamado Thor vai sentir a minha raiva de u Deus verdadeiro eu sigo caminhando sem rumo uma dor no peito perdeu tudo que eu amava matei Zeus e outros deuses mas ainda minha mente pesa eu encontrei uma mulher que mudou minha história criei um menino ateus para explicar a realidade de um Deus bom e mau mas eu mudei tudo ainda fico sem rumo com a dor aliviada para olhar por mim o menino me deu esperança para ir mais além para mudar o mundo
Pré-Refrão:
Queime as lembranças, que virem cinza ao vento,
Correntes quebradas, eu sigo o meu tormento.
Sangue e promessas, o eco no peito arde,
Mas uma luz pequena me guia desde que tudo arde.
Refrão:
Eu sou a morte dos deuses — grite comigo, céu e mar,
Eu sou a morte dos deuses — nada vai me parar.
No rastro do Ragnarok, o aço vai clarear,
Com a esperança do menino, eu volto a caminhar.
Verso 2:
Caminhos de cinza, passos de ferro e sal,
Cortando o destino, escrevo meu final.
Titãs caídos, cabeças voando ao luar,
Minotauros no chão, ninguém vai me calar.
Hércules em queda, Poseidon a sangrar,
Traições que queimam, e eu só vim cobrar.
Ponte (suave, limpo):
Ela me trouxe chão quando eu não tinha chão,
No sono do caos, mostrou outra direção.
O menino com olhos que não crê mas sente,
Deu-me uma razão pra ser mais que a morte existente.
Refrão (variação):
Eu sou a morte dos deuses — mas sou também ranço e cura,
Eu sou a morte dos deuses — minha raiva tem figura.
No rastro do Ragnarok, reconstruo o lugar,
Com a esperança do menino, vou o mundo transformar.
Solo instrumental (guitarras e tambores, brutal e épico)
Bridge (sussurrado, depois crescendo):
Se Thor vier — que venha,
Se medusa olhar — suas pedras vão rachar.
Se os céus negarem perdão,
Eu trago a tempestade e faço o mundo escutar.
Refrão (final, poderoso):
Eu sou a morte dos deuses — repita, até estremecer,
Eu sou a morte dos deuses — a justiça que veio morrer.
Ragnarok ecoa, mas uma semente vai nascer,
Com o menino ao meu lado, temos força pra renascer.
Outro:
(voz baixa, distante)
Do caos à redenção, a h